"Meu único desejo, meu tema musical, meu diamante é a educação". Rubem Alves (escola da ponte)
terça-feira, 4 de outubro de 2016
domingo, 20 de março de 2016
Os neurônios fazem parte da nossa
vida
A
expressão meus neurônios não estão funcionado hoje, é muita usada, porém será
que os neurônios param de trabalhar em nosso encéfalo.
Sistema Nervoso Central deve ser visto
de um modo multinivel sem nenhuma hierarquia, pois o processo da aprendizagem
ocorre em vários níveis se tronando algo complexo. Então não podemos nos
prender somente nos dados macroscópicos no momento da aprendizagem em geral, a
histologia nos mostra, por exemplo, as duas células nervosas fundamentais para
o ato de aprender o neurônio e o gliócito (gliais) ambas são responsáveis para
o desenvolvimento da aprendizagem.
Hoje sabe-se que atualmente possuímos 100
bilhões de neurônios, cada um com diferentes funções e formatos, além disso, os
neurônios possuem uma atividade especial a capacidade de aprender, cada
neurônio realiza 60 mil sinapses e conexões, exemplo: cada conexão recebe 100
mil impulsos por segundo.
O neurônio constitui-se de uma
formação celular onde no seu corpo se encontra terminais de comunicação como:
axônio, dentritos e teledendros.
O axônio é um prolongamento do
neurônio onde sua função é conduzir os impulsos elétricos. Os dendritos são
responsáveis pela recepção de estímulos nervosos.
Os neurônios se comunicam através das
sinapses (neurotransmissor) química e elétrica. A neurotransmissão química está
conectada diretamente a aprendizagem já elétrica está relacionada ao
desenvolvimento neuropsicomotor que interfere no aprender.
Na primeira infância (zero a três
anos) ainda os neurônios não estão ligados em rede, porém possuem esta
habilidade. Conforme os estímulos que a criança recebe, começa acontecer à
formação da primeira rede neural
O cérebro se desenvolve durante os primeiros
quatro meses de vida como se a consciência cognitiva tivesse aprendendo com o
inconsciente, nesses meses em que os processos cerebrais estão se formando, o
bebê precisa do maior número possível de estímulos e também deve passar por
diversas experiências, contribuindo para novas aprendizagens.
A
curiosidade é vital ao ser humano, pois somos curiosos por natureza. O bebê
deseja explicar ambiente, um comportamento inato, pois tem necessidades
cognitivas. Não existe nada pior para criança do que o tédio, a ausência de
estímulo gera inquietude, isso quer dizer que a criança necessita de novas
experiências, esse tédio tortura as crianças, e não apenas as maiores que são
capazes de falar, mas também os bebês. A curiosidade ingênua é vital assim como
a liberdade de pesquisar, descobrir novas sensações e sentimentos para
aprendizagem.
Além disso, a curiosidade dever ser estimulada
sempre, as células gliais (gliócito) se modificam no momento que recebe alguma
informação nova.
O cérebro é o órgão mais importante
para aprendizagem e também o mais bem evoluído do ser humano. Seu peso quando
adulto é de 1,3 até1,6 Kg, e nele que acontece todas as sinapses e por ele que
passa todas as etapas da aprendizagem e acontecimentos emocionais, ele é
constituído de uma massa rica de neurônios, células gliais e dois hemisférios
(esquerdo e o direito).
Isso quer dizer que os neurônios
sempre estarão presentes em nossa vida, desde a nossa formação na barriga da
mamãe.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
* Acompanhamento pedagógico;
* Reforço escolar;
* Técnicas e orientações de estudo;
* Dificuldades de
aprendizagem;
*Atendimento
individual ou em grupo
Saliza
Professora/ Pedagoga/ Especialização em
Neuropsicologia e
Aprendizagem
(41) 9664-70-81
(41) 9664-70-81
salipedroso@hotmail.com
aprendizagemneuropsicologia@outlook.com
aprendizagemneuropsicologia@outlook.com
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
O Sistema Nervoso Central e sua enorme participação
direta na aprendizagem
SNC deve ser visto de um modo
multinivel sem nenhuma hierarquia, pois o processo da aprendizagem ocorre em
vários níveis se tronando algo complexo.
A histologia nos mostra, por exemplo,
as duas células nervosas fundamentais para o ato de aprender o neurônio e o
gliócito (gliais) ambas são responsáveis para o desenvolvimento da
aprendizagem. Hoje sabe-se que atualmente possuímos 100 bilhões de neurônios,
cada um com diferentes funções e formatos, além disso, os neurônios possuem uma
atividade especial a capacidade de aprender, cada neurônio realiza 60 mil
sinapses e conexões, exemplo: cada conexão recebe 100 mil impulsos por segundo.
O neurônio constitui-se de uma
formação celular onde no seu corpo se encontra terminais de comunicação como: axônio,
dentritos e teledendros.
OO axônio é um prolongamento do
neurônio onde sua função é conduzir os impulsos elétricos. Os dendritos são
responsáveis pela recepção de estímulos nervosos.
Os
neurônios se comunicam através das sinapses (neurotransmissor) química e
elétrica. A neurotransmissão química está conectada diretamente a aprendizagem
já elétrica está relacionada ao desenvolvimento neuropsicomotor que interfere
no aprender.
Na primeira infância (zero a três
anos) ainda os neurônios não estão ligados em rede, porém possuem esta
habilidade. Conforme os estímulos que a criança recebe, começa acontecer à
formação da primeira rede neural. Pode-se compreender assim que os eventos
químicos e fisiológicos estão a todo momento presente no processo de
aprendizagem.
As células gliais (gliócito) se
modificam no momento que recebe alguma informação nova, exemplo: no momento da
alfabetização a crianças recebe vários estímulos e conceitos sobre a escrita e
leitura, nesse exato momento acontece modificações nas células nervosas.
O encéfalo é um conjunto diretamente
ligado ao tronco cerebral, sistema límbico, cérebro e cerebelo. O tronco
cerebral áreas vitais como respiração e ciclo do sono vigília, e está
interligado a primeira unidade funcional de Luria.
Bulbo é responsável pela pressão
sanguínea, ritmo cardíaco, dor e respiração. Na aprendizagem ele pode
interferir da seguinte maneira; sonolência e falta de energia, principalmente
se a acriança faz algum uso de medicamento. Cerebelo: é responsável pelo
equilíbrio, postura, coordenação motora, tônus muscular. Ele que é responsável
pela escrita, e pode ser em três partes: arquicerebelo corresponde ao
equilíbrio e os movimentos dos olhos, o paleocerebelo é o tônus muscular, e o
neocerebelo que representa o movimento fino e assimétricos, na prática
pedagógica é a nossa a letra cursiva.
O cérebro é o órgão mais importante
para aprendizagem e também o mais bem evoluído do ser humano Ele é constituído
de uma massa rica de neurônios e células gliais e dividido em dois grandes
hemisférios. Hemisfério Esquerdo está relacionado: cálculos matemáticos, fala,
escrita, compreensão linguística, relações espaciais qualitativas, leitura e a
identificação de objetos, pessoas e animais.
Hemisfério Direito e suas funções:
compreensão da gramática normativa, reconhecimentos de categorias de objetos e
pessoas, prosódia (pronuncia regular das palavras) e compreensão musical, então
podemos concluir que a aprendizagem acontece no SNC.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
O
papel das emoções e sentimentos no processo de aprendizagem
O professor é a peça fundamental para
o processo da aprendizagem, quando este profissional da educação trabalha com
os sentimentos e emoções de seus alunos a aula em si se torna algo
significativo, fazendo assim a construção do ser humano. Nos dias de hoje
ensinar não pode ser visto simplesmente como uma conta bancária, onde somente o
professor deposita conhecimento, pois os alunos estão cada vez mais informados
e dinâmicos, uma sala de aula sem experiência de vida, sem sabedoria e sem
conhecimento e informação se torna algo desgastante e sem importância.
Segundo Alves (2003)” Lamento dizer
isto: tive poucos mestres que admirasse”. Muitas vezes o professor é a
referência de seu aluno, pois ele que alimenta sentimentos de conquista,
autoestima, inteligência, e sede pelo conhecimento, e quando o
professor cumpre este papel faz com que aluno sinta vontade de aprender cada
vez mais. Pois grandes mestres transformam toda uma sociedade através de seus
discípulos (alunos), que mudam o seu contexto social.
Ouvir
é um dos cinco sentidos do ser humano, e a principal ferramenta que o professor
possui. É necessário que o professor escute as necessidades de seus alunos,
pois quando há um diálogo em sala de aula a aprendizagem se torna
significativa, porque o professor que escuta seus alunos, ele provavelmente
saberá quais são as necessidades e as curiosidades. Assim fará um planejamento
conforme o perfil da turma, atendendo ambas as partes, a criança como
também o conteúdo pedagógico.
Através do diálogo o professor também
pode reconhecer as necessidades e as dificuldades dos alunos em relação ao
conhecimento. O tom de voz em sala de aula também é fundamental para que ocorra
um bom diálogo, pois o professor que só grita consegue poucos resultados.
Para atingir uma boa relação com a turma o professor deve falar com
simplicidade, conhecer o nível de conhecimentos de seus alunos, abordar temas
complexos e variar o tom de voz.
E quando o professor conhece seu
aluno, sua história ele aprende a fazer parte deste processo, tornando assim
importante para o aluno e a sociedade, pois a partir do momento que o professor
conhece as necessidades de seus alunos, ele provavelmente fará uma aula
inesquecível e de grande significado contribuindo assim para construção do ser
humano melhor. Segundo Alves (2003) “A presença do aluno nas aulas não é
garantia de aprendizagem...” Fazer com que o aluno esteja em sala de aula
não dá garantia de seu interesse, pois para que isso aconteça cabe ao
mestre despertar a sede do saber, sei que não é uma tarefa fácil, mas posso
dizer que o professor é um dos profissionais que mais acredita na sociedade.
O
verdadeiro professor deseja que o aluno o supere, pois assim terá realizado a
sua missão de educar para vida, e para que seja completada é necessário muito
conhecimento e afeto. O aluno pode esquecer um dia o que ele ensinou, mas não
se esquecerá do seu sorriso, simplicidade e respeito.
Galerinha estou com alguns horários disponíveis.
* Acompanhamento pedagógico;
* Reforço escolar;
* Técnicas e orientações de estudo;
* Dificuldades de aprendizagem;
Saliza
Professora/ Pedagoga/ Especialização em Neuropsicologia e Aprendizagem
(41) 9664-70-81
http://professorasaliza.blogspot.com.br
aprendizagemneuropsicologia@outlook.com
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
O papel das emoções e sentimentos no
processo de aprendizagem
O professor é a peça fundamental para
o processo da aprendizagem, quando este profissional da educação trabalha com
os sentimentos e emoções de seus alunos a aula em si se torna algo
significativo, fazendo assim a construção do ser humano. Nos dias de hoje
ensinar não pode ser visto simplesmente como uma conta bancária, onde somente o
professor deposita conhecimento, pois os alunos estão cada vez mais informados
e dinâmicos, uma sala de aula sem experiência de vida, sem sabedoria e sem
conhecimento e informação se torna algo desgastante e sem importância.
Segundo Alves (2003)” Lamento dizer
isto: tive poucos mestres que admirasse”. Muitas vezes o professor é a
referência de seu aluno, pois ele que alimenta sentimentos de conquista,
autoestima, inteligência, e sede pelo conhecimento, e quando o
professor cumpre este papel faz com que aluno sinta vontade de aprender cada
vez mais. Pois grandes mestres transformam toda uma sociedade através de seus
discípulos (alunos), que mudam o seu contexto social.
Ouvir
é um dos cinco sentidos do ser humano, e a principal ferramenta que o professor
possui. É necessário que o professor escute as necessidades de seus alunos,
pois quando há um diálogo em sala de aula a aprendizagem se torna
significativa, porque o professor que escuta seus alunos, ele provavelmente
saberá quais são as necessidades e as curiosidades. Assim fará um planejamento
conforme o perfil da turma, atendendo ambas as partes, a criança como
também o conteúdo pedagógico.
Através do diálogo o professor também
pode reconhecer as necessidades e as dificuldades dos alunos em relação ao
conhecimento. O tom de voz em sala de aula também é fundamental para que ocorra
um bom diálogo, pois o professor que só grita consegue poucos resultados.
Para atingir uma boa relação com a turma o professor deve falar com
simplicidade, conhecer o nível de conhecimentos de seus alunos, abordar temas
complexos e variar o tom de voz.
E quando o professor conhece seu
aluno, sua história ele aprende a fazer parte deste processo, tornando assim
importante para o aluno e a sociedade, pois a partir do momento que o professor
conhece as necessidades de seus alunos, ele provavelmente fará uma aula
inesquecível e de grande significado contribuindo assim para construção do ser
humano melhor. Segundo Alves (2003) “A presença do aluno nas aulas não é
garantia de aprendizagem...” Fazer com que o aluno esteja em sala de aula
não dá garantia de seu interesse, pois para que isso aconteça cabe ao
mestre despertar a sede do saber, sei que não é uma tarefa fácil, mas posso
dizer que o professor é um dos profissionais que mais acredita na sociedade.
O
verdadeiro professor deseja que o aluno o supere, pois assim terá realizado a
sua missão de educar para vida, e para que seja completada é necessário muito
conhecimento e afeto. O aluno pode esquecer um dia o que ele ensinou, mas não
se esquecerá do seu sorriso, simplicidade e respeito.
A plasticidade cerebral, afetividade e
seus diversos caminhos que facilitam o processo de aprendizagem
A
plasticidade vem sendo estuda desde final do século XIX, quando Ramon Y Cajal
iniciou suas pesquisas e observações com cérebros lesados e de que forma
acontecia reorganização neuronal, porém ainda nesse período de descobertas não
se utilizava o termo plasticidade. Por volta de 1940 Konorski continuou as
pesquisas anteriores sobre a reorganização neuronal, e nessa época nasce o
termo plasticidade.
Um
dos grandes desafios da neurociência nos dias atuais é a plasticidade cerebral
e como ela auxilia no processo de aprendizagem.
Hoje com os avanços e as novas
descobertas da neurociência, compreendemos o cérebro de uma maneira mais ampla,
desde a sua anatomia, química e suas funções.
Sabemos
que a plasticidade representa a flexibilidade do cérebro e sua reorganização no
sistema nervoso central, mas não somente quando ocorre uma lesão como se
pensava no final do século XIX.
A plasticidade está presente desde o
início da formação do sistema nervoso central, quando ainda estamos se formando
na barriga da mamãe, no momento da aprendizagem e também quando sofremos alguma
lesão.
No momento que estamos adquirindo
novas experiências, as nossas redes neurais estão sofrendo modificações, e a
plasticidade ali está presente com toda a sua flexibilidade, participando intensamente
em todo o processo de uma nova aprendizagem não somente escolar, mas a
cotidiana, exemplo: reabilitação motora.
Apesar das novas descobertas e
pesquisas, a plasticidade ainda é algo desafiador para a neurociência pode
dizer que ela está presente durante a nossa vida e possui um grande papel na
aprendizagem geral desde o engatinhar, ler, escrever, andar, pular, e falar.
A plasticidade sem dúvida é algo
fascinante que abre novos horizontes para o aprender em geral, assim como
também a afetividade.
A
afetividade uma palavra tão simples que faz toda a diferença para aprendizagem
de uma criança, pois ela interliga todos os aspectos do desenvolvimento
infantil, tais como o moral, emocional, físico intelectual e o cognitivo.
É importante
refletir sobre a importância da afetividade para o desenvolvimento infantil,
uma vez que é fundamental para as relações sociais da criança, pois através
dela se manifestam sentimentos como: paixões, insatisfação, agrado, tristeza,
alegria e conquistas, todos esses aspectos influenciam na socialização e no
desenvolvimento físico, psicológico e intelectual da criança.
A afetividade é fundamental para o
desenvolvimento integral do ser humano, por esse motivo o professor não deve
esquecer-se do seu papel na construção de uma sociedade melhor.
A plasticidade e afetividade com certeza são
ferramentas que auxiliam a trajetória da aprendizagem, ambas não podem sem dispensadas
no ato de aprender.
Lembrando que a aprendizagem faz parte
do cotidiano de todas as pessoas, inclusive das crianças.
Pode-se entender que
o processo de aprendizagem é algo individual, porque acontece de diferentes
maneiras e etapas. A aprendizagem conforme a neurobiologia, significa
modificações nas redes neurais, isso quer dizer que o ato de aprender envolve
diversos fatores, como as estruturas neurais desde sua formação anatômica,
histológica, bioquímica e também a emocional
sábado, 16 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
* Reforço escolar;
* Dicas de estudo:
* Acompanhamento pedagógico;
Saliza C. Pedroso
Professora/ Pedagoga/ Especialização em Neuropsicologia e Aprendizagem
(41) 9664-70-81
http://professorasaliza.blogspot.com.br/
http://www.jornaldecolombo.com.br
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/59232/conhecendo-um-pouco-do-tda-h-transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade
https://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/59231/os-caminhos-da-aprendizagem
Artigos publicados
http://professorasaliza.blogspot.com.br/
http://www.jornaldecolombo.com.br
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/59232/conhecendo-um-pouco-do-tda-h-transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade
https://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/59231/os-caminhos-da-aprendizagem
O Autismo e o processo de aprendizagem
Nos últimos meses ouvimos muito sobre a inclusão do TEA nas escolas, porém para que ocorra essa inclusão aconteça devemos estar capacitados em todos os aspectos.
Sabemos que o autismo não é uma doença, mas, sim um distúrbio de desenvolvimento (neurodesenvolvimento que corresponde ao cérebro social) muito complexo, pois cada caso é algo único, uma criança é diferente da outra, mesmo com um perfil para classificação de TEA.
Para começarmos a compreender um pouco sobre Espectro Autista (TEA), devemos volta ao tempo, no ano de 1911 Bleuler utilizou pela primeira vez o termo “autismo” relacionando-o com a perda da realidade. Em seguida no ano 1943 Kanner descreveu em torno de 11 casos de crianças que também apresentavam as características que Bleuler relatou “perda do contato com a realidade”. Por volta de 1944 Asperger também descreve casos de crianças com o perfil semelhante na questão comunicação social “autismo”, porém como uma inteligência normal.
Crianças com Espectro Autista têm dificuldades na interação social, que pode se manifestar em diversas maneiras: dificuldade em atividades em grupo, isolamento social, comportamento social impróprio, pouco contato visual, e algumas crianças não desenvolvem habilidades de comunicação e possui uma linguagem imatura “ecolalia, prosódia anormal”.
O diagnóstico deve ser feito a partir do DSM-IV, ou DSM 5 que é o mais atual hoje, esse procedimento deve acontecer pelo neuropediatra. Podemos dizer que o autismo ocupa um dos primeiros lugares entre os distúrbios de desenvolvimento.
A criança com TEA ao nascer não possui diferença na questão do PC (perímetro cefálico), porém as análises morfométricas demonstram que na faixa etária que corresponde de dois aquatro anos de idade existe alguns casos que apresenta o PC maior que a média.
Em relação ao tratamento TEA podemos seguir: o tratamento farmacológico, intervenções de profissionais da educação e comportamentais assim como também o acompanhamento com fonoaudiólogo.
No farmacológico as medicações geralmente são neurolépticos, principalmente haloperidol, porém esses medicamentos são utilizados em casos intensos, em outros casos podem ser utilizados antipsicóticos atípico, risperidona, antidepressivos, seretonina, neuroestimulantes e inibidores.
Nas intervenções fonoaudiológicas encontramos diversas atividades para estimulação e o aumento de comunicação, principalmente a social, algumas técnicas são utilizadas: terapias com brinquedos, sistemas simbólicos visuais e a terapia como PECS é um trabalho intenso, mas deve ser feito por profissionais capacitados.
Na questão educacional encontramos atividades pedagógicas diferenciadas, que possuem objetivo de desenvolver a criança no intelectual e também cognitivo. Além disso, também contamos com alguns programas que trabalham especificamente a comunicação verbal e não verbal. Existem alguns programas mais específicos ainda como: ABA (Terapia de análise Aplicada de comportamento) e outros. Hoje no Brasil existem diversos profissionais buscando conhecer e compreender melhor Espectro Autista (TEA).
Toda a criança Autista tem o direito de aprender, e ela aprende sim tanto na teoria como na prática, só que no tempo e da maneira dela, com suas particularidades cabe a nós profissionais que trabalham com essas crianças fazer corretamente as intervenções necessárias, para que isso ocorra devemos nos capacitar.
Nos últimos meses ouvimos muito sobre a inclusão do TEA nas escolas, porém para que ocorra essa inclusão aconteça devemos estar capacitados em todos os aspectos.
Sabemos que o autismo não é uma doença, mas, sim um distúrbio de desenvolvimento (neurodesenvolvimento que corresponde ao cérebro social) muito complexo, pois cada caso é algo único, uma criança é diferente da outra, mesmo com um perfil para classificação de TEA.
Para começarmos a compreender um pouco sobre Espectro Autista (TEA), devemos volta ao tempo, no ano de 1911 Bleuler utilizou pela primeira vez o termo “autismo” relacionando-o com a perda da realidade. Em seguida no ano 1943 Kanner descreveu em torno de 11 casos de crianças que também apresentavam as características que Bleuler relatou “perda do contato com a realidade”. Por volta de 1944 Asperger também descreve casos de crianças com o perfil semelhante na questão comunicação social “autismo”, porém como uma inteligência normal.
Crianças com Espectro Autista têm dificuldades na interação social, que pode se manifestar em diversas maneiras: dificuldade em atividades em grupo, isolamento social, comportamento social impróprio, pouco contato visual, e algumas crianças não desenvolvem habilidades de comunicação e possui uma linguagem imatura “ecolalia, prosódia anormal”.
O diagnóstico deve ser feito a partir do DSM-IV, ou DSM 5 que é o mais atual hoje, esse procedimento deve acontecer pelo neuropediatra. Podemos dizer que o autismo ocupa um dos primeiros lugares entre os distúrbios de desenvolvimento.
A criança com TEA ao nascer não possui diferença na questão do PC (perímetro cefálico), porém as análises morfométricas demonstram que na faixa etária que corresponde de dois aquatro anos de idade existe alguns casos que apresenta o PC maior que a média.
Em relação ao tratamento TEA podemos seguir: o tratamento farmacológico, intervenções de profissionais da educação e comportamentais assim como também o acompanhamento com fonoaudiólogo.
No farmacológico as medicações geralmente são neurolépticos, principalmente haloperidol, porém esses medicamentos são utilizados em casos intensos, em outros casos podem ser utilizados antipsicóticos atípico, risperidona, antidepressivos, seretonina, neuroestimulantes e inibidores.
Nas intervenções fonoaudiológicas encontramos diversas atividades para estimulação e o aumento de comunicação, principalmente a social, algumas técnicas são utilizadas: terapias com brinquedos, sistemas simbólicos visuais e a terapia como PECS é um trabalho intenso, mas deve ser feito por profissionais capacitados.
Na questão educacional encontramos atividades pedagógicas diferenciadas, que possuem objetivo de desenvolver a criança no intelectual e também cognitivo. Além disso, também contamos com alguns programas que trabalham especificamente a comunicação verbal e não verbal. Existem alguns programas mais específicos ainda como: ABA (Terapia de análise Aplicada de comportamento) e outros. Hoje no Brasil existem diversos profissionais buscando conhecer e compreender melhor Espectro Autista (TEA).
Toda a criança Autista tem o direito de aprender, e ela aprende sim tanto na teoria como na prática, só que no tempo e da maneira dela, com suas particularidades cabe a nós profissionais que trabalham com essas crianças fazer corretamente as intervenções necessárias, para que isso ocorra devemos nos capacitar.
O caminho fabuloso da aprendizagem no
Sistema Nervoso desde a primeira infância
Podemos
entender que o processo de aprendizagem é algo individual, porque aconteça de
diferentes maneiras e etapas. A
aprendizagem conforme a neurobiologia, significa modificações nas redes
neurais, isso quer dizer que o ato de aprender envolve diversos fatores, como
as estruturas neurais desde sua formação anatômica, histológica, bioquímica e
também a emocional. Então aprender é algo complexo e vai além da sala de aula.
Para compreendermos todo esse
processo de aprendizagem, é necessário conhecer as principais estruturas do
Sistema Nervoso Central, desde a formação até as inúmeras funções que ele
exerce no momento da aprendizagem.
Os
estudos e as descobertas da neurologia, psicologia, fisiologia, pedagogia
antropologia e neuropsicologia confirmam que o sucesso da aprendizagem depende
do emocional, social e neurofisiológico da criança.
Visando
assim que a que a aprendizagem é uma ligação de três pontos: vivência,
experiência e conhecimento científico, a criança aprende algo de punho
significativo para sua vida, exemplo: ler e escrever, essa é a visão da
pedagogia.
A
psicologia refere-se aprendizagem da seguinte forma: modificações neurais
através dos cinco sentidos, provocando assim a formação de redes neurais.
A visão neurobiológica, aprendizagem
é o processo de sinapses que o cérebro sofre.
As três ciências afirmam que a
aprendizagem, faz parte do ser humano, e ela está presente na nossa vida, ou
seja podemos aprender a vida inteira de diferentes formas e maneiras.
O
sistema nervoso está divido em: SNC (sistema nervoso central) e SNP (sistema
nervoso periférico). O sistema nervoso central é constituído pela medula
espinhal e pelo encéfalo. O SNP é constituído por vários gânglios nervosos,
formando assim uma rede de nervos.
A
histologia nos mostra, por exemplo, as duas células nervosas fundamentais para
o ato de aprender o neurônio e o gliócito (gliais) ambas são responsáveis para
o desenvolvimento da aprendizagem. Hoje sabemos que atualmente possuímos 100
bilhões de neurônios, cada um com diferentes funções e formatos, além disso, os
neurônios possuem uma atividade especial a capacidade de aprender, cada
neurônio realiza 60 mil sinapses e conexões, exemplo: cada conexão recebe 100
mil impulsos por segundo.
Na
primeira infância (zero a três anos) ainda os neurônios não estão ligados em
rede, porém possuem esta habilidade. Conforme os estímulos que a criança
recebe, começa acontecer à formação da primeira rede neural.
Conforme Molcho (2007) “a ciência descobriu que o cérebro
ainda não está maduro no período posterior ao nascimento”. Ele se desenvolve
durante os primeiros quatro meses de vida como se a consciência cognitiva
tivesse aprendendo com o inconsciente, nesses meses em que os processos
cerebrais estão se formando, o bebê precisa do maior número possível de
estímulos e também deve passar por diversas experiências, contribuindo para
novas aprendizagens.
A
curiosidade é vital ao ser humano, pois somos curiosos por natureza. O bebê
deseja explicar ambiente, um comportamento inato, pois tem necessidades
cognitivas, assim ocorre a aprendizagem.
Dislexia
e a Disgrafia e como ambas podem ser diagnosticadas ainda no período de alfabetização
para receber o tratamento correto
Sabemos
que ler e escrever são atividades fundamentais para vida, principal nos anos
iniciais que correspondem a alfabetização, quando esse processo apresenta
alguma falha, devemos ficar atento, pois elas podem ocorrer de diversas
maneiras, na questão pedagógica, emocional e principalmente o neurológica.
Para
compreendermos o processo da leitura devemos entender o conceito neural desse
acontecimento. a) Acontece o processo
visual de toda a palavra. b) Ocorre o processamento ortográfico lexical (que
envolve o córtex temporal, frontal e pariental, todos localizados nos
hemisférios cerebrais). c) Acontecimento fonológico lexical ocorre no giro
temporal, em seguida o sublexical e por último o processo semântico. Nesse
processo participam as principais áreas anatômicas da linguagem: a) Área de
Broca, área Brodmann que são responsáveis por o planejamento oral e motor da
linguagem. b) Área de Wernicke que se localiza no lobo temporal (o lobo
temporal é sensitivo e possui diversas funções: olfato, memória, social e as
informações auditivas). c) Lobo frontal realiza diversas funções entre elas:
planejamento da fala “área de Broca”, controle de humor, movimento do corpo. Na
criança esse lobo só completa a sua maturação por de seis e sete anos. d)
Existem outros pontos importantes para escrita e leitura entre eles:
circunvolução supramarginal (lobo pariental que é sensitivo). e) Fascículo
arqueado que liga área de Broca e Wernicke. f) Circunvolução angular também
conhecida como prega curva que é área 39 Brodmann.
Aprender a ler não é processo
isolado, mas sim complexo, pois envolve diversas áreas do encéfalo. Quando a
criança realiza essa atividade, ela processa informações auditivas, visuais,
fala concentração, identificação das letras (giro frontal inferior,
parietotemporal e occipitotemporal).
Dislexia se caracteriza pelo
comprometimento de desenvolvimento de habilidade de palavras e compreensão da
leitura (DSM-IV). Diferente do que muitos pensam a dislexia é um distúrbio
neurológico que muitas vezes é diagnosticada em pessoas adultas e crianças com
potencial intelectual normal, o tratamento é educacional (reeducação da
linguagem escrita), mas o diagnóstico é clínico. “Quando leio, somente escuto o
que estou lendo e sou incapaz de lembrar da imagem visual da palavra escrita”
(Albert Einstein)
A Disgrafia está associada ao
grafomotora (parte motora da escrita) e crianças com intelectual normal pode
apresentar essa dificuldade, pois é um transtorno que atinge somente a escrita,
ela é caracterizada conforme (DSM-IV) das seguintes maneiras: erros de
pontuação (excessivo), erros de ortografia e gramaticais. Muitas vezes também
rotulada como letra feia, porém ela sozinha pode trazer grandes danos ao
processo de leitura e escrita da criança, porque ela vem acompanhada de alguns
fatores associados, por exemplo: dificuldades na lateralidade (funções perceptivas
motoras), dificuldade extrema na transferência da letra caixa alta para a letra
da letra cursiva (manuscrita), dificuldade em pegar o lápis, além disso,
existem muitos casos de disgrafia com letras grandes, ou pequenas demais,
quando utilizamos diversas maneiras para melhorar a letra da criança, e não
obtivemos resultados devem sim ser investigadas as causas.
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